Domingo 29 do Tempo Comum. Ano C.

Ex. 17, 8-13a.

“Quando Moisés tinha as mãos levantadas, Israel ganhava vantagen; mas quando as deixava cair, tinha vantagem Amalec”.

Penso que Deus não precisava das mãos levantadas de Moisés. Quem precisava destes braços levantados de Moisés era o povo que lutava contra Amalec. Pois para o povo estes braços levantados eram o símbolo da sua confiança em Deus. Penso que sem as mãos levantadas de Moisés, Deus não ia desistir, mas o povo sim, pois faltava-lhe o símbolo da sua connfiança.

O mesmo acontece nos nossos dias quando acendemos uma vela para recomendar a Deus uma ou outra intenção. Não existe vela neste mundo capaz de convencer Deus a fazer isto ou a deixar aquilo. Deus não precisa de velas. Mas eu próprio preciso desta vela para tornar visível a minha confiança em Deus. A nossa confiança dá a Deus o espaço que Lhe é devido: o espaço para ficar calado, para estar aparentemente ausente, para manter os Seu próprio ritmo. “Não a minha vontade, mas a Tua”.

Cumprimentos para todos. Padre João.

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