União Europeia, um iceberg em movimento

Este iceberg apareceu com o objectivo de pôr termo às frequentes guerras entre países vizinhos, foi crescendo e alargando com a união e força das diferentes culturas, das diferentes riquezas. Todos os países que entraram na união Europeia, contribuem na construção deste Iceberg, fazendo face ao poderoso dolar americano, tentam com os EUA fazer face ao terrorismo mundial. Nasce o Euro e com ele as dificuldades que tantos lhe atribuem, ou as ajudas que também lhe são reconhecidas. Individualmente cada país progrediu um pouco. Uns porque souberam gerir melhor as ajudas ou souberam analisar e definir melhor os projetos prioritários para essas ajudas. Outros porque não souberam aproveitar estas ajudas.

Hoje as noticias da Europa, são a crise que afecta alguns dos seus membros, a Grécia em situação de bancarrota e os indices da economia mundial a indicarem que outros países, tais como Portugal, Espanha, Itália ou Irlanda estão em risco de “escorregar” juntamente com a Grécia.

Como se pode chegar a tal situação? Como em qualquer família, existem responsabilidades, é preciso saber gerir os recursos familiares e não gastar mais do que aquilo que se tem. Quando uma família chega a um estado de bancarrota, alguem é responsavel. Como explicar que um país chegue a tal situação e não se encontrem responsaveis? Será justo culpar apenas os governos actuais da má gestão das suas riquezas e dos seus dinheiros?

Face a esta situação, sera a união europeia capaz de se ajudar a si mesma? E qua ajuda dar a estes países? Será que os empréstimos europeus ou mundiais serão a solução? E não serão a Grécia e estes países indicados a dedo a face visível de uma situação geral da Europa? O que esconde a parte oculta deste iceberg? Será que aqueles que são hojes chamados os grandes da Europa, Fraça e Alemanha estão em melhores condições?

Tantas perguntas e tão poucas respostas, ou tantas perguntas sem resposta?

Paulo ADÃO

Uma resposta a União Europeia, um iceberg em movimento

  1. Zé Pereira diz:

    Porque será que teimamos em viver como os ricos se afinal não passamos de uns “pé-rapados”?

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