14º Domingo do Tempo Comum. Ano B

Mc. 6, 1-6.

Os conterrâneos de Jesus desconfiavam dele. Não era doutor da lei, não tinha qualificação nenhuma. Pelo contrário: Ele era simples filho do carpinteiro da terra, e também o resto da família não era coisa por aí além.

Todos precisamos da confiança dos outros, que eles confiem em nós. Pode ser que neste ponto já tenhamos  passado por tristes experiências. A desconfiança mata, dá cabo da nossa espontaneidade. Temos que voltar à “ingenuidade” da criança, viver a partir das puras origens da vida, para podermos abraçar a Deus e aos homens.

Por falta de confiança Jesus não podia ajudar os seus conterrâneos. E assim passou a hora da graça.

Muitos cumprimentos para todos. Padre João.

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